Inclusão marca atividades realizadas por alunos de podologia e eventos
Inclusão marca atividades realizadas por alunos de podologia e eventos

Inclusão marca atividades realizadas por alunos de podologia e eventos

Para marcar o encerramento do curso, as alunas da Especialização Técnica em Atendimento Podológico ao Portador de Diabetes Mellitus do Senac Penha realizaram uma ação de promoção à saúde no Lar das Moças Cegas, um centro de educação e reabilitação para pessoas com deficiência em Santos, no litoral paulista.

A atividade teve o objetivo de proporcionar às alunas situações reais de trabalho, alinhando cada vez mais o conteúdo com a experimentação profissional, além da aproximação com a comunidade.

A experiência não poderia ter sido melhor: 30 pessoas foram atendidas, entre idosos e voluntários, todos com diferentes graus de deficiência visual. Foram oferecidas informações importantes sobre cuidados básicos com os pés, primordiais na prevenção de patologias, como calos, úlcera plantar, unhas encravadas e frieira entre os dedos, complicações que, com o não cuidado, podem levar à amputação. O exercício tátil ensinou os pacientes a identificar podopatologias, assim como a presença de fissuras, sobretudo nos calcanhares.

A turma também apresentou um vídeo com descrição em áudio, que ensinava como fazer o autoexame, além de um guia descrito em Braille, fruto de uma parceria com a biblioteca do Senac Aclimação, com orientações e prevenções gerais.

A atividade ainda atraiu a presença de funcionários e voluntários da instituição, que há 75 anos atende esse público na região da Baixada Santista, promovendo palestras, recreação, práticas esportivas, serviços em Braille, entre outros.

“Foi um momento de troca, uma experiência única. Aprendi muito e pude me dar conta naquele encontro do quanto posso doar, compartilhar conhecimento e do quanto isso foi valioso para eles e para mim”, diz a aluna Claudia Gomes dos Santos.

A docente Sueli Aparecida Xavier da Silva destaca o grande aprendizado que as alunas tiveram ao realizarem esse atendimento. “Foi um grande desafio para as alunas, já que tiveram que primeiramente adequar a apresentação para uma linguagem direcionada aos deficientes visuais. Foi preciso um entendimento mais abrangente e humano, de entrar no mundo deles, para que aí sim, pudéssemos capacitá-los”, afirma.

Fonte: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a24970.htm&subTab=00000&uf=&local=&testeira=2092&l=&template=&unit=&utm_source=linkedin&utm_medium=po&utm_campaign=RS_Noticias

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