Autismo: nova lei municipal de São Paulo determina sessões de cinema adaptadas
Autismo: nova lei municipal de São Paulo determina sessões de cinema adaptadas

Autismo: nova lei municipal de São Paulo determina sessões de cinema adaptadas

A ciência ainda não explicou o porquê, mas muitos deficientes visuais (totais ou de Baixa Visão) têm ainda o acréscimo de TEA: Transtorno do Espectro Autista.

Popularmente conhecido como autismo, o distúrbio acomete, principalmente, as habilidades de atenção, comunicação e interação pessoal.

Variando entre diferentes graus, o autismo pode apresentar-se mais ameno ou mais impactante na vida de cada paciente. Independentemente de comprometimento visual.

Motivado pelas pautas de inclusão – dentre as bandeiras mais fortes dos últimos anos -, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, sancionou esta semana uma lei que obriga os cinemas da Capital a oferecer mensalmente ao menos uma sessão de cinema inclusiva para autistas. Isto é, adaptada, equilibrando iluminação e estímulos sonoros de modo a respeitar a sensibilidade dos pacientes.

Segundo especialistas, a explicação é que autistas têm questões de processamento sensorial muito particulares, que fazem com que luzes e barulhos cheguem ao cérebro de forma diferente e, na maioria das vezes, mais fortes do que o suportável, deixando o paciente bastante desconfortável e até provocando mal-estar.

O Lar das Moças Cegas (Santos – SP) parabeniza a prefeitura de São Paulo pela atitude e espera que outras cidades sigam o exemplo inclusivo.

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