Entenda mais sobre o trabalho de inclusão do deficiente visual
Entenda mais sobre o trabalho de inclusão do deficiente visual

Entenda mais sobre o trabalho de inclusão do deficiente visual

Para entendermos um pouco do que um deficiente visual passa no aspecto da inclusão, não podemos deixar de analisar o histórico de exclusão social em relação a qualquer tipo de deficiência e a constante busca por um tratamento igualitário.
A forma como a sociedade tratou a pessoa com deficiência por muitos anos foi desajustada, e isso pode trazer alguns traumas aos mesmos.
No caso das crianças, a compreensão da função da bengala e os ajustes dentro do desenvolvimento motor demoram a ser atingidos. Por isso, a psicologia trabalha para enfrentar esses problemas na adaptação do deficiente visual com a bengala, ajudando na adesão dela.
“Buscamos trabalhar com a criança para que ela compreenda e desenvolva uma consciência sobre a importância da bengala, sendo o papel da equipe avaliar se essa criança está preparada para a mudança”, explica a psicóloga Aline Melo, do LMC.
Para ela, esse é o desafio na abordagem de introdução, que é adaptada com dinâmicas de pré-bengala, principalmente em casos de crianças que já nascem com a deficiência visual (patologia congênita).
“A preparação para iniciar o uso da bengala também envolve a família e o ambiente escolar. Quando verificamos a possibilidade de iniciar a vivência do gesto de uso da bengala, criamos estratégias lúdicas com pré-bengala, para que o aprendizado daquela nova habilidade motora seja mais natural e fortalecido, mas que principalmente faça sentido para criança”, complementa a fisioterapeuta Natália Ferreira, coordenadora do Centro Especializado em Deficiência Visual, do Lar.

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