Recomendações referentes ao atendimento de crianças portadoras de Microcefalia ou de crianças com suspeita de Síndrome Congênita do Zika Vírus
Recomendações referentes ao atendimento de crianças portadoras de Microcefalia ou de crianças com suspeita de Síndrome Congênita do Zika Vírus

Recomendações referentes ao atendimento de crianças portadoras de Microcefalia ou de crianças com suspeita de Síndrome Congênita do Zika Vírus

RECOMENDAÇÕES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA PEDIÁTRICA (SBOP) REFERENTES AO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE MICROCEFALIA OU DE CRIANÇAS COM SUSPEITA DE SÍNDROME CONGÊNITA DO ZIKA VÍRUS

1) Realizar exame de fundo de olho sob midríase e com oftalmoscopia binocular indireta.

2) Se possível, fazer fotodocumentação dos achados com imagens retinográficas ou desenhos por mapeamento de retina.

3) Avaliar a presença de outras alterações oculares como: estrabismo, nistagmo, catarata, glaucoma, uveíte.

4) Reportar os casos com alterações oculares para a SBOP ou CBO.

5) Os casos com alterações oculares ou com baixa visão deverão ser acompanhados periodicamente, cada 3 a 4 meses.

6) Os casos sem alterações oculares deverão ser acompanhados semestralmente com fundo de olho.

7) Testar fixação mono e binocular nas crianças maiores de 6 meses de idade.

8) Se necessário, encaminhar os pacientes com alterações maculares ou perda de capacidade visual aos centros de reabilitação visual.

 

Fevereiro / 2016

Marcia Beatriz Tartarella

Presidente SBOP

Fonte: http://www.sbop.com.br/webforms/#&c=RECOMENDAÇÕES-DA-SOCIEDADE-BRASILEIRA-DE-OFTALMOLOGIA-PEDIÁTRICA-(SBOP)-REFERENTES-AO-ATENDIMENTO-DE-CRIANÇAS-PORTADORAS-DE-MICROCEFALIA-OU-DE-CRIANÇAS-COM-SUSPEITA-DE-SÍNDROME-CONGÊNITA-DO-ZIKA-VÍRUS&campo=380

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